Ilustração: © 2006 Linda Huber | É normal que, quando estamos no processo de criação, por vezes nos faltam as idéias. Pelo menos para quem vos fala é um processo muito doloroso tentar imaginar ou re-imaginar tanto o cenário quanto personagem.
Ilustração: © 2010 Sam Hogg | Muitos de nossos amigos tem dificuldade em criar suas aventuras e histórias. Muitos gostariam de escrever, mas a mesma questão reaparece: como eu começo?
No mês de Janeiro, na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro, aconteceu um simpósio muito interessante.
Foto: Robin Halioua | Ao longo desses anos nerds, acompanhando de perto a preguiça de nossos compatriotas reclamarem de alguns autores como o Tolkien, por acharem o camarada muito descritivo. Porém, qual o meio de introduzirmos alguém a um mundo totalmente novo e desconhecido, que está somente nas nossas cabeças, sem abusar um pouquinho dos detalhes?
Ilustração: «Black Knight» © 2010 Aaron Florento | M&M’s Feliz traz um breve insight sobre a técnica narrativa usada durante a confecção do Conto do Paladino Caído.
Pior ainda seria dizer que foi com um grande sorriso na cara. Demorou. Duas luas para ser mais exato. Por isso os animais das trevas uivavam e gemiam sob aquele luar grande e vermelho.
Ele quase não conseguiu sair vivo de lá. Não só sua vida foi quase perdida, mas a sua sanidade também. Ele viu certas coisas que não deveriam ser vistas e ouviu certas línguas que deveriam continuar banidas para todo o sempre. A esperança de salvar sua cidade era o que mais o impulsionava. Deixando o cansaço, os ferimentos e as torções de lado, ele se pôs a caminho para salvar sua terra.
«Bard X Dancer» © 2007 Orenji-kun | Muitas vezes viajamos ao ouvir uma melodia bem trabalhada; em outras, a letra nos transporta a lugares e feitos épicos ou a algo que nos toca profundamente. Esses profissionais da música que comumente chamamos de músicos operam verdadeiros milagres. Faz tempo que deixei de chamá-los músicos para considera-los verdadeiros Bardos!
Sem acreditar no que estava acontecendo, Elrich foi conduzido à masmorra e encarcerado. Todos os dias alguns dos seus passavam por lá e insistiam para que ele tomasse o milagre e fosse mais uma vez parte com a cidade. Ele até teria entrado nessa, pois seu amor por sua terra é igual ao amor de uma jovem elfa pelo seu escolhido, mas ele viu o que estava acontecendo, ele via as mudanças a cada dia que passava acorrentado.
Tendo a plena convicção de que as coisas não iriam acabar bem, e realmente quem vê uma figura daquelas e acha que as coisas estão tranquilas ou é bêbado ou é maluco, ele sai correndo de volta para Playmiur para contar o que viu. Mas, assim que ele chega na cidade, vê a cena que mudaria a sua vida para sempre.