Ilustração: © 1998 Clyde Caldwell | Se você gosta de alta fantasia razoável, mas sem mais nem menos, com participações grandes de alguns dos personagens mais icônicos de Forgotten Realms, «Spellfire» é para você. Não espere uma obra-prima — este livro é uma pálida sombra de outros livros do Greenwood, algo que acho aceitável, haja vista «Spellfire» ser um dos primeiríssimos romances lançados pela TSR no cenário de Forgotten Realms.
Uma resenha da 4ª. edição do RPG de fantasia samurai mais famoso do mundo, que quer atrair novos jogadores. Está à altura do desafio?
Na década de 90, viu-se o lançamento de diversos sistemas minimalistas. O mais bem-sucedido talvez tenha sido o TWERPS.
O que mais me chamou a atenção em Blood and Honor, o mais novo RPG de John Wick, é a maneira como ele distribui o controle narrativo da história: você rola para ter o Privilégio de narrar o resultado daquela ação.
Recentemente os vampiros voltaram aos holofotes. Mas, e no Brasil? Temos autores que escrevem sobre vampiros? Sim, temos!
Acho que é muito mais fácil o leitor se conectar com uma pessoa capaz de feitos teoricamente possíveis a qualquer ser humano, deixando a magia para algum personagem secundário, aliado do herói. Mas, ao fim e ao cabo, foi justamente ter em mãos uma história em que o protagonista era mágico, não guerreiro, me atraiu ao texto.
Qual não foi minha surpresa ao descobrir que Elminster começa a vida como espadachim!
Fronteiras Estelares, da TSR, foi uma das várias incursões no espaço sideral da empresa fundada por Gary Gigax e Dave Anerson. Publicado em 1982, o cenário de Star Frontiers era uma região perto do centro de uma galáxia espiral. As raças apresentadas no cenário foram eventualmente modificadas e reutilizadas em Spelljammer e, posteriormente, a Wizards of the Coast republicou-as como originalmente foram descritas no suplemento d20 Future. Mais de 25 anos depois de ter aparecido nas prateleiras, Star Frontiers continua sendo um cintilante fragmento do passado do RPG.