Ilustração: © 2013 Jonas Jödicke | A literatura de fantasia é sufragista faz tempo. Óbvio que ainda vemos as ocasionais princesas indefesas trancafiadas em torres solitárias, mas esse estereótipo hoje parece ser mais pitoresco que padrão.
Foto: «Spiral» © 2012 R.F. | Marcelo explica seu método favorito de criar aventuras, que é iniciar a partir de um elemento e tecer uma espiral de encontros e eventos a partir disso.
Ilustração: «Giselle» © 2012 Rizqa Fatrania | Muito se reclamou sobre falta de “fluff”, o conteúdo não-estatístico dos monstros e cenários, nesta edição que se encerra. É uma reclamação justificada? Marcelo acha que não.
«the empty interstation» © 2004 Tobias Zeising | A moda é falar que o RPG morreu. Marcelo Dior acha que, mesmo se isso fosse verdade, não faria diferença alguma, para jogador algum, em lugar nenhum.
«Tide» © 2008 Ehsan S. Azzuz | Marcelo explica o que entende por cenário, em oposição ao que classicamente chamamos de aventura, e analisa esses dois processos aparentemente díspares de se planejar uma sessão de jogo.
O suposto uso do RPG numa novelinha de adolescente está provocando uma reação na comunidade gamer semelhante a incêndio no pasto. Marcelo, porém, acha que — assim como o proverbial fogo no capim — não vai durar muito tempo.
(Arte: © 2011 por demitasse-lover via DeviantArt)
Depois de três anos mestrando Dungeons & Dragons sem parar, Marcelo vê com bons olhos uma pausa de quase um ano para mestrar outras coisas, e compartilha suas aspirações e intenções com o Notícias da Terceira Terra.
Foto: ©2012 Pierre Rodriguez
De tempos em tempos eu leio choramingos de DMs e jogadores sobre a chatisse que são os níveis épicos, de como sentem falta dos problemas mundanos dos primeiros níveis, como sentem falta de serem aterrorizados por (ou aterrorizar com) orcs e aranhas gigantes. Particularmente, acho que, se você é um desses, está perdendo uma diversão e tanto.
Ilustração: Stefan
Marcelo Dior usa sua coluna para reminiscer sobre os dois anos e meio de vida do NTT e pensar um pouco sobre para onde o blog está caminhando.
Jogar com gente diferente, e sentar-se como jogador às mesas de outros GMs, me levou a ter uma visão mais ampla e mais tolerante do que eu acho que dá certo e o que não dá quando eu crio ou participo de um jogo.