Ilustração: © 2006 Sam Hogg | Poucas coisas são tão fortes na cultura humana quanto uma boa história; Nós não sabemos exatamente quando o homem dominou os princípios de uma linguagem complexa através de sons, e é provável que nunca saibamos, mas é certo que contar histórias está na raiz desta necessidade.
Poucas coisas fascinam a humanidade a mais tempo do que os céus, e com certeza nada nos dá uma sensação de sermos tão ínfimos do que quando comparamos nossa existência aqui na Terra com as proporções que o universo toma. Como usar isso em seus jogos?
Ilustração: Jian Guo | Ser um antagonista é completamente diferente de ser um vilão ou um inimigo — nem todo o antagonista é um vilão em sentido literal.
Ilustração: «The Catastrophe» por Bobby Myers | Aproveitando a oportunidade de que o mundo não acabou (de novo) Tarcisio escreve sobre como usar grandes calamidades numa aventura.
Foto: © 2005 maruan’s travel | Marcelo fica revoltado com a preguiça do brasileiro, que espera pelo milagre da tradução para poder jogar algum jogo minimamente famoso, ao invés de apontar um lápis e ir estudar inglês.
«Bathroom» © 2012 P-cate | Raramente dedicamos mais do que três, quatro horas por semana a um personagem, então atos simples e corriqueiros como ir ao banheiro, lavar as roupas e coisas assim acabam muitas vezes ficando em segundo plano. Mas pequenos acontecimentos poderiam ser ganchos ótimos!
Foto: © 2005 NASA | Douglas relata sua experiência cheia de coisas boas e ruins em sua primeira compra de um RPG feito no Brasil.
Ilustração: «Power» © 2004 Bateri | O que fazer quando determinados jogadores ou NPCs querem aspirar poderes e status a qualquer custo? O que fazer quando seus jogadores acharem que não existem limites para se querer tornar poderoso, importante ou influente?
Ilustração: «Empty» © 2011 Navid Sanati | Tarcisio Lakatos opina sobre o que o cancelamento da RPG Con 2012 significa para o RPG, a comunidade de jogadores e os futuros eventos de RPG brasileiros.
Ilustração: © 2011 Gracjana Zielińska | Após muitos anos narrando e jogando RPG, e constantemente vendo esse tema ser abordado não apenas em textos, mas em podcasts com as mais diversas orientações, parei para me perguntar sinceramente qual a minha opinião, tanto como jogador quanto como narrador, e a resposta foi bem parecida nas duas situações.