Algumas semanas atrás, um amigo recém-egresso em nosso nobre passatempo me perguntou como eu monto minhas aventuras, para que ele tivesse uma idéia de como montar suas próprias. Eu tenho um método muito particular de fazer o que chamo de cenários (não são realmente aventuras, mas vai dar para entender isso quando eu contar como faço) que pode não ser adequado para muita gente — afinal, é o meu jeito de montar uma sessão de jogo.

Então me ocorreu enviar um chamado para os autores do Notícias da Terceira Terra, presentes e passados, e ver quando respondiam. Mais de meia-dúzia o fizeram, enviando textos longos e curtos, rápidos e elaborados, teóricos e práticos, numa verdadeira explosão de criatividade.

O que vocês verão, ao longo das próximas duas semanas, será um desfile dos mais diversos meios de se criar aventuras, sessões de jogo e cenários, um esforço coletivo nunca dantes visto neste blog para mostrar a você, caro leitor, alguns dos diferentes métodos de produção criativa possíveis. Cada Game Master tem seu jeito particular, afiado ao longo de anos de tentativa e erro, e testes com seus grupos de jogadores. Esperamos que, do caos que insurgirá ao longo dos próximos dias, você tenha colhido algumas dicas e tenha comparado seu próprio estilo ao nosso.

Começamos, amanhã, com o texto do Dbohr, seguindo-se por novo de cada autor. Encerraremos ao fim da semana que vem, com meu próprio texto.

Divirtam-se!

Marcelo foi criança nos anos 80, então videogame pra ele é Sega, RPG é HeroQuest e calçado é All Star. Lê ficção especulativa sempre que pode, de preferência David & Leigh Eddings, Anne McCaffrey e John Scalzi. Evita TV como a peste — exceto se estiver passando Jornada nas Estrelas ou Supernatural. Gosta mais de cães do que de gente e abandonou a carreira de professor secundarista de História para pesquisar história da saúde pública na Escola de Enfermagem da USP de Ribeirão Preto.

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