© 2014 Major HavokA primeira expansão para o jogo de tabuleiro «Relic» se chamará «Nemesis», tem data prevista de lançamento para Abril e custará US$ 39,95 (preço cheio. Lojas como Amazon e Target certamente terão a caixa a descontos).

«Relic» é baseado no miniature war game Warhammer 40,000 (ou 40K), da britânica Games Workshop. O a licença já foi usada para RPGs, video games, animações e a norte-americana Fantasy Flight Games atualmente detém os direitos para produção de jogos de tabuleiro.

40K é um cenário de fantasia científica distópico. Num futuro distante (século 41), a humanidade já colonizou mais de um milhão de mundos pela galáxia. A maioria é governada pelo Imperium of Man, uma teocracia ditatorial que odeia e teme formas avançadas de tecnologia, vistas como demoníacas. Isso gera um cenário sujo, feito e distópico. O foco do cenário é guerra, pois o Imperium está em constante campanha contra os mundos independentes e nações alienígenas insurgentes (que também não são bonitinhas ou limpinhas).

© 2014 Major HavokEm «Relic», doías a quatro os jogadores assumem o papel de heróis do Imperium e lutam para impedir uma invasão no setor Antian. Eles competem para descobrir quem fará uma campanha melhor, mas a competição é indireta, não há PvP. Na expansão «©», a Fantasy Fligh irá introduzir regras para PvP, permitirá que jogadores assumam papéis de inimigos do Imperium (como Khorne Berserker, Eldar Exarch, Tyranid Broodlord ou Champion of Slaanesh), além de trazer novos equipamentos e relíquias, quatro novos cenários e um acréscimo total de 140 cartas.

Se você possui «Relic» e sentia que o jogo precisava permitir jogar com inimigos, «Nemesis» é o suplemento perfeito para você.

Fontes:

Marcelo foi criança nos anos 80, então videogame pra ele é Sega, RPG é HeroQuest e calçado é All Star. Lê ficção especulativa sempre que pode, de preferência David & Leigh Eddings, Anne McCaffrey e John Scalzi. Evita TV como a peste — exceto se estiver passando Jornada nas Estrelas ou Supernatural. Gosta mais de cães do que de gente e abandonou a carreira de professor secundarista de História para pesquisar história da saúde pública na Escola de Enfermagem da USP de Ribeirão Preto.

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