Olá leitores, cá estamos nós para mais um tema (atrasado) da Iniciativa M&M, dessa vez sobre Viagem no Tempo.
Espero que não queiram me apedrejar pela ideia que tive, mas realmente não me veio nada melhor à mente, se bem que não acho a ideia ruim, ela simplesmente é um pouco inusitada e não combina muito com o gênero Supers, mas nunca me canso de dizer que o M&M é um excelente sistema genérico, então vamos lá e seja o que Thor quiser.
Lost
Isso mesmo, você não leu errado, é sobre a série de TV Lost que eu pretendo falar neste post (na verdade escrever, mas enfim), eu sou um grande fã da série, mas não daqueles capazes de recitar de memória o que Sawyer falou pra Jack no episódio X da temporada Y (e o pior é que conheço gente assim).
Eu acho que não teria muita graça usar os personagens da série e não é essa minha proposta, mas quem quiser fazer basta criar as fichas e distribui-las para os jogadores (só não esqueça que Sawyer e Sayid são “os caras” e que Jack é um mané), acho muito mais interessante dar aos jogadores a oportunidade de criar seus personagens e usar os elementos ou temas da série em sua campanha.
A primeira ideia que me vem à mente é a aventura ou campanha começar exatamente como a série, ou seja, com a queda do avião, mas com o diferencial de que Sawyer, Sayid, Kate e todos os outros que possuem algum destaque morreriam nessa queda, deixando os PJs como líderes dos sobreviventes. A partir daí o mestre pode utilizar vários plots da série (especialmente se os jogadores não forem fãs) ou modificá-los parcial ou totalmente (para pegar os jogadores fãs de surpresa).
A segunda possibilidade é o mestre utilizar somente a ideia central da série, os personagens estão em algum lugar isolado e longe da civilização, no qual ocorrem fatos bizarros e aparentemente inexplicáveis e existem 2 ou mais grupos em conflito pelo controle do local, deixando os personagens literalmente no fogo cruzado enquanto buscam uma forma de voltar para casa (Putz, nunca tinha percebido a semelhança entre Lost e Caverna do Dragão).
A série mostra uma Ilha no Oceano Pacífico onde ocorrem fenômenos de Viagem no Tempo (se você ainda não viu as 4º e 5º temporadas de Lost é porque não gosta, então não é spoiler), mas na sua aventura ou campanha pode ser um platô, um vale ou uma selva onde ocorrem fenômenos de viagem dimensional, magia ou psiquismo, a escolha é sua.
Os personagens deveriam ser criados com 90 pontos (NP 6) e não ter acesso aos Poderes, qualquer coisa fora do comum que possam fazer deveria ser alcançada através de Feitos, para dar o clima de que apesar de serem acima da média ainda são seres humanos normais.
Porém, uma variação interessante seria utilizar Supers numa aventura ou campanha assim, algo do tipo o Pássaro Negro dos X-Men (ao invés do Oceanic Flight 815) sobrevoando a Ilha de Lost e sendo derrubado pelo pulso eletromagnético, claro que nesse caso os Outros e a Dharma deveriam ser substituídos por inimigos capazes de enfrentar Supers, como Krees e Skrulls, Asgardianos e Gigantes, Eternos e Deviantes, etc.
Então… não gosto de Lost. Porem além de Caverna do Dragão a parte de viagem no tempo e coisas bizzaras lembra A ótima serie O mundo Perdido!
Como não gosto sou suspeito para falar que sua idéia é boa. Mas em termos gerais, pessoas pressas em um lugar onde acontecem coisas bizzaras e viajantes do tempo( ou no tempo) é muito interessate!
De qual mundo perdido você tá falando?
Tem 2 séries que tiveram esse nome em português:
The Lost World – baseada no romance de Arthur Conan Doyle, passou (ou ainda passa, não sei) na Record.
The Land of the Lost – passava no SBT nos anos 80 e era muito boa (pelo menos eu achava muito boa na época, hoje provavelmente acharia tosca).
De qualquer forma, ambas são muito legais, têm muito em comum com Lost e também servem muito bem para usar as ideias do post.
O da Record onde tinha uma loira que cresceu sozinha lá. Um jornalista, um caaçdor, um mulher com muitas habilidades, um cientista ruivo e um outro cientias velhino que foi o unico que sei que sai do Plato.
Ah, eu adorava essa série e era bem parecida com Lost, mas o lance dela é que esse Platô ficava numa "encruzilhada dimensional", a partir dele era possível chegar em diversas épocas e dimensões.
O ruim é que a Record era muito louco na exibição dessa série, você não sabia quais eram as temporadas e os dias e horários tavam sempre mudando.
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