Ilustração: Jian Guo | Ser um antagonista é completamente diferente de ser um vilão ou um inimigo — nem todo o antagonista é um vilão em sentido literal.
Ilustração: «Power» © 2004 Bateri | O que fazer quando determinados jogadores ou NPCs querem aspirar poderes e status a qualquer custo? O que fazer quando seus jogadores acharem que não existem limites para se querer tornar poderoso, importante ou influente?
Ilustração: © 2011 Lucas | Daniel Figueroa mostra como ele cria suas sessões de jogo com um exemplo prático: uma rápida Dungeon Delve!
Ilustração: «Egg Thief» © 2009 Kerem Beyit | Andrews Chetera traça, com pinceladas largas, seu método orgânico de criação de aventuras para nossa série “como vocês montam suas aventuras?”, que começou esta semana.
Ilustração: «Legendary Visions» © 2011 Genzoman | Ranieri Mattos lista cinco simples passos que ele usa para criar suas aventuras. Com esse guia geral, você pode dar o primeiro passo em direção a aventuras simples e eficientes.
Ilustração: «Keras Station» © 2006 Yi Xiao | Renato de Recife responde a esta pergunta que todo Game Master precisa responder para si mesmo desde o advento do RPG.
O que mais me chamou a atenção em Blood and Honor, o mais novo RPG de John Wick, é a maneira como ele distribui o controle narrativo da história: você rola para ter o Privilégio de narrar o resultado daquela ação.
Todo mestre já passou por este problema: “qual nome dou para este NPC, para este reino, para esta magia, para este deus?” Há um jeito de facilitar isso.
Toda vez que o GM criar um NPC com o potencial de interagir com os jogadores, além do nome, deveria dar a ele um segredo.